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Como incorporar a Gestão de Riscos e Resiliência nos municípios amazônicos


No dia 04 de agosto ocorreu o evento 'Como incorporar a Gestão de Riscos e Resiliência nos municípios amazônicos para mitigar os impactos da mudança do clima e da pesca predatória na saúde e na segurança alimentar e nutricional', em Belém/PA.


A atividade promovida por Rede ODS Brasil, iniciativa Construindo Cidades Resilientes (MCR2030) / Escritório das Nações Unidas para Redução do Risco de Desastres (UNDRR), RARE e Prefeitura de Barcarena foi realizada no âmbito dos Diálogos Amazônicos.


O Prefeito de Barcarena, Renato Ogawa, abriu o evento em nome da Rede ODS Brasil. Em seguida, Clement da Cruz - MCR2030/UNDRR conceituou gestão de riscos e resiliência e o Marco de Sendai. Maura Souza apresentou o Programa Coastal 500 desenvolvido pela RARE em municípios paraenses e o Secretário Municipal de Agricultura de Barcarena, Edson Anilo, apresentou as ações desenvolvidas pela Prefeitura para cumprir os compromissos assumidos com a iniciativa MCR2030 e o Programa Coastal 500.



Esta ação contribui com diversos ODS, em especial com as metas:

11.b Até 2020, aumentar substancialmente o número de cidades e assentamentos humanos adotando e implementando políticas e planos integrados para a inclusão, a eficiência dos recursos, mitigação e adaptação às mudanças climáticas, a resiliência a desastres; e desenvolver e implementar, de acordo com o Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres 2015-2030, o gerenciamento holístico do risco de desastres em todos os níveis

12.8 Até 2030, garantir que as pessoas, em todos os lugares, tenham informação relevante e conscientização para o desenvolvimento sustentável e estilos de vida em harmonia com a natureza

13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima

14.2 Até 2020, gerir de forma sustentável e proteger os ecossistemas marinhos e costeiros para evitar impactos adversos significativos, inclusive por meio do reforço da sua capacidade de resiliência, e tomar medidas para a sua restauração, a fim de assegurar oceanos saudáveis e produtivos

14.5 Até 2020, conservar pelo menos 10% das zonas costeiras e marinhas, de acordo com a legislação nacional e internacional, e com base na melhor informação científica disponível

16.7 Garantir a tomada de decisão responsiva, inclusiva, participativa e representativa em todos os níveis

17.14 Aumentar a coerência das políticas para o desenvolvimento sustentável


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